Localizado no maior centro de moda, design e arte de Paris, o Le Bristol Hotel é cheio de encantos. Carimbado com cinco estrelas, o hotel inaugurado em 1925 é famoso no mundo inteiro pela arquitetura histórica e seu interior, um refúgio de puro luxo. Pertencente à Oetker Collection, conglomerado de empresas comandado pelo industrial Rudolf August Oetker, o empreendimento foi a escolha de nossa publisher Márcia Travessoni para almoçar no sofisticado restaurante 114 Faubourg.

Foto: Reprodução/Instagram

O 114 Faubourg ganhou uma estrela Michelin em 2013. Com sua extraordinária gastronomia assinada pelo chef Eric Frechon, o restaurante está localizado em um espaço elegante, de dois andares e uma cozinha de plano aberto. Lá, nossa publisher saboreou o menu, cheio de receitas de dar água na boca.

Com o chef de cozinha Jean-Charles Cauquil

Primeiro, veio a degustação de uma deliciosa taça do Chablis Premier Cru, vinho francês da região da Borgonha. Depois, foi a hora de provar a entrada, uma especialidade da casa, a sopa de alcachofra. Entre a entrada e o prato principal, Márcia experimentou o Sancierre, outro vinho do país, só que da região de Val de Loire. A refeição mais aguardada foi um Linguado, acompanhado de pequenas porções de purê de batata, azeite de oliva e espinafre. Para harmonizar, uma taça de Domaine Guillot-Broux “La Miotte”. Para sobremesa, tartlet de morango silvestre com sorvete de iogurte e raspas de limão.

Deliciosa sopa de alcachofra

Mais sobre o Le Bristol Paris
Conhecido pelo excelente atendimento, o Le Bristol possui, além de quartos com vista privilegiada para a Torre Eiffel, o requintado Spa Le Bristol por La Prairie e uma impressionante piscina no terraço, onde se pode admirar a paisagem panorâmica da capital francesa.

Destaque também para o incrível e charmoso jardim à la française, um verdadeiro oásis para relaxar em meio à natureza e à arte. Isso mesmo, arte, pois o ambiente é a casa de três obras excepcionais do escultor inglês Lynn Chadwick – Monitor (1965), Teddy Boy & Girl (1979) e Dancers (1967) – que reproduzem a interação humana em sua forma mais abstrata.

Foto: Reprodução/Instagram