Galeria por Márcia Travessoni
6 jun 2018

Há 20 anos, Sex and the City estreava para se tornar um marco da cultura pop

Não é exagero afirmar que a cidade de Nova York e a TV Americana tiveram uma mudança imagética significativa depois do dia 06 de junho de 1998, quando no canal pago HBO, estreava Sex and the City, um show que, inicialmente, poderia ser só mais um, centralizado no universo das mulheres independentes, mas que acabou se revelando uma história pioneira, retratando suas protagonistas de maneira poderosa, franca e honesta. Foi ali que se iniciou uma era de ouro na televisão, com o drama da Família Soprano e a comédia ácida de Sex and the City ditando os temas dos programas americanos nos 20 anos seguintes.

Relembre a abertura emblemática da série, com Carrie andando pelas ruas de NY vestindo sua saia de tutu

A série foi baseada no livro homônimo escrito por Candice Bushnell, que publicava semanalmente uma coluna sobre sexo em um jornal americano. Darren Star, produtor conhecido por ter criado Beverly Hills 90210 (Barrados no Baile), percebeu o potencial nas histórias de Candice e levou a ideia a frente, dando fluidez ao texto mais complexo e denso da autora. A adaptação para a TV foi necessária para impactar o público de forma certeira. E durante os seis anos em que ficou no ar, o conto da turma de Carrie Bradshaw, Samantha Jones, Miranda Hobbes e Charlotte York foi pioneira ao abordar propostas nunca antes vistas na teledramaturgia, principalmente com personagens femininas de destaque.

A série teve 94 episódios e faturou 8 prêmios Globo de Ouro

Em cada episódio, Carrie usava as experiências com os amigos para comentar e questionar aspectos sociais daquela engrenagem urbana. Junto dela, as amigas representavam características específicas do universo feminino. O poder da série reverberou em todos os segmentos mundiais: a moda estava refém, os discursos de liberdade em voga e o empoderamento ganhou seu ápice, antes mesmo da palavra “feminismo” virar pauta nas redes sociais. Sarah Jessica Parker foi alçada ao posto de ícone, fashion e televisivo, a série ganhou prêmios relevantes da indústria, como o Emmy e o Golden Globes, rendeu dois filmes de absoluto sucesso de bilheteria e marca até hoje o imaginário da cultura pop.

Os dois filmes lançados pós fim da série arrecadaram, juntos, mais de 2 bilhões de reais

Nunca se tratou apenas de sexo, mas de uma posição muito mais representativa dentro da liberdade de expressão feminina. Mais do que uma crônica sobre relacionamentos, Sex and the City foi definitiva em ser uma verdadeira inspiração.   

Será que devemos esperar pelo terceiro filme da franquia?

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